Silabas Abensonhadas...
"Sou igual. E por trás disso, céu meu, constelo-me às escondidas e tenho o meu infinito." (Fernando Pessoa)

Free Hit Counter
Comments:

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade


Chuva - Mariza


@Cininha

posted by ip | Quarta-feira, Outubro 18, 2006
Comments:

Quando a saúde de quem que se ama muito abala
dói.
dói muito.

especialmente se olhamos essa saúde como perene e inabalável.
especialmente quando esse alguém é muito importante para nós.
dói muito.

o trapézio ficou sem rede. e desabei, sem cor nem sentido.
absorto de valor, tudo pereceu em futilidade.

porque o maior valor ainda é este AMOR. e esse vence tudo.

afinal, a rede está lá. para completar o trapézio.
agora tudo volta a fazer sentido. e o sol brilha. mesmo abraçado pela chuva.

posted by ip | Quarta-feira, Outubro 18, 2006


powered by FreeFind
Estórias...
...Abensonhadas