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As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
Chuva - Mariza
@Cininha
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Quarta-feira, Outubro 18, 2006
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Quando a saúde de quem que se ama muito abala
dói.
dói muito.
especialmente se olhamos essa saúde como perene e inabalável.
especialmente quando esse alguém é muito importante para nós.
dói muito.
o trapézio ficou sem rede. e desabei, sem cor nem sentido.
absorto de valor, tudo pereceu em futilidade.
porque o maior valor ainda é este AMOR. e esse vence tudo.
afinal, a rede está lá. para completar o trapézio.
agora tudo volta a fazer sentido. e o sol brilha. mesmo abraçado pela chuva.
posted by ip |
Quarta-feira, Outubro 18, 2006
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